domingo, 30 de maio de 2021

Marussia F1 Team


Marussia Formula 1 Team renomeada em  2015 de Manor Marussia F1 Team disputou a F1 entre as temporada 2012 a 2015.

A sede da equipe era em Banbury, Oxfordshire, Reino Unido, o nome Marussia vem de uma fabricante de carros russa extinta. 

A equipe correu na temporada 2010 sob o nome de Virgin Racing e 2011 como Virgin Marussia Racing.


Timo Glock em 2010 com a Virgin Racing

Na primeira temporada na F1 como Marussia ( temporada de 2012) os pilotos eram o alemão Timo Glock e o francês Charles Pic (4. colocado na GP 2 de 2011).

 A equipe terminou em 11. lugar no campeonato mundial de Construtores e nenhum ponto para o carro MR-01. Os melhores resultados nesta temporada aconteceram no GP de Singapura, 12. colocado para Timo Glock e no GP do Brasil o 12. colocação para Charles Pic.


Charles Pic no GP da Malásia de 2012

Na segunda temporada, 2013 o segundo colocado da GP 2 o brasileiro Luiz Razia e o 4. colocado Max Chilton formaram a dupla de pilotos que guiaram o carro MR-02. Razia nem chegou a disputar um GP nesta temporada, por problemas com pagamento de um dos patrocinadores, o piloto brasileiro foi substituído pelo francês Jules Bianchi. 

Ao final da temporada, nenhum ponto e o 10. lugar no Mundial de Construtores a frente apenas da Caterham Renault.



Luiz Razia em teste pela equipe Marussia.



Jules Bianchi no GP da Malásia de 2013.


Para 2014 a Marussia anunciou um acordo com a Ferrari para aquisição do sistema de KERS, motores e transmissão. O francês Jules Bianchi e o inglês Max Chilton continuaram como pilotos da equipe e pilotaram o MR-03. No Grande Prêmio de Mônaco a equipe conquistou seus primeiros pontos com o 9. lugar de Jules Bianchi, que cruzou  a linha de chegada em oitavo, mas punido perdeu o posto para Romain Grosjean da Lotus.


Jules Bianchi e os 2 pontos da Marussia no GP de Mônaco.


Em outubro de 2014 no GP do Japão, em Suzuka, Jules sofreu um grave acidente na volta 44, quando seu MR-03 bateu em um trator que retirava o carro do piloto Adrian Sutil. Jules Bianchi não resistiu ao acidente e veio a falecer em 17 de julho de 2015.

Por dificuldades financeiras a equipe não disputou as etapas finais do Mundial de 2014 (EUA, Brasil e Emirados) e em novembro de 2014, demitiu 200 funcionários e encerrou suas atividades na F1. Ao final da temporada a equipe terminou em nono no Mundial de Construtores com 2 pontos.

Após o encerramento das atividades, um grupo de investidores comprou a equipe e em fevereiro de 2015 a equipe saiu da administração judicial e passou seu controle para a Manor Motorsport, assim a equipe teve seu nome renomeado para Manor Marussia F1 Team. o nome Marussia dava direito a premiação da temporada 2014, cerca de 30 milhões de Euro, graças ao pontos de Jules Bianchi no GP de Mônaco de 2014.

O carro usado era uma modificação da versão MR-03, o inglês Will Stevens e o espanhol Roberto Merhi formaram a dupla de pilotos para 2015. Roberto Merhi foi substituido pelo americano Alexander Rossi em 5 GPs (Singapura, Japão, EUA, México e Brasil) Ao final do campeonato nenhum ponto e o 10. lugar na classificação do Mundial de Construtores, em 2016 a equipe trocaria de nome e marcaria o fim da Marussia na F1.


Roberto Merhi no GP da Grã-Bretanha de 2015.


Ficha:

Motores: 
2012 - 2013 - Cosworth
2014 - 2015 - Ferrari

Primeiro GP: Grande Prêmio da Austrália de 2012

Último GP: Grande Prêmio de Abu Dhabi de 2015

Grandes Prêmios: 73 iniciados

Melhor classificação no Mundial de Construtores: 9. colocada em 2014 (2 pontos)

Vitórias: -

Pódios: -

Pole Position: -

Voltas mais rápidas: - 

Pontos: 2

Pilotos:
2012: Timo Glock (alemão) e Chales Pic (francês)
2013: Jules Bianchi (francês) e Max Chilton (inglês)
2014: Jules Bianchi (francês) e Max Chilton (inglês)
2015: Will Stevens (inglês) e Roberto Merhi (espanhol) e Alexander Rossi (norte americano)

Pneus:
2012 - 2015: Pirelli






quinta-feira, 20 de maio de 2021

HRT F1 - Hispania F1

 Hispania Racing Team ou simplesmente HRT F1 Team. 



Equipe espanhola fundada pelo ex-piloto Adrián Campos com o nome Campos Grand Prix para a disputa do Mundial de Formula 1 de 2010, a equipe seria uma expansão da Campos Racing, que já competia em outras categorias, mas por dificuldades financeiras foi comprada e rebatizada com o nome HRT (Hispania Racing Team) pelo empresário espanhol José Ramón Carabante.

O primeiro carro foi construído pela italiana Dallara e os motores eram o Ford Cosworth e os pilotos eram Bruno Senna e o indiano Karun Chandhok.



Bruno Senna no GP do Bahrein de 2010.


Bruno Senna teve como melhor resultado na temporada de 2010 o 14. lugar no GP da Coréia do Sul, o indiano Karun Chandhok teve como melhor resultado o 14. lugar no GP da Austrália e de Mônaco. Bruno Senna disputou 18 etapas das 20 etapas deste ano. Chandhok 10 etapas das 20 etapas, ainda pilotaram o carro da HRT em 2010 o japonês Sakon Yamamoto, 7 etapas e melhor resultado um 15. lugar no GP da Coréia do Sul e o austríaco Christian Klien, 3 GPs  e melhor colocação no GP dos Emirados Arábes, 20. lugar.


Na temporada de 2011 a equipe desenvolveu o carro Hispania F111, pilotado pelo indiano Narain Karthikeyan, o italiano Vitantonio Liuzzi e pelo australiano Daniel Ricciardo, substuindo o indiano Narain Karthikeyan a partir do GP da Inglaterra, nona etapa do Mundial de 2011. O motor ainda era Cosworth e a caixa de câmbio foi comprada da equipe Williams. O carro não possui espaço para a utilização do sistema KERS, novamente a equipe andou no pelotão do final do grid, e o melhor resultado aconteceu no GP do Canadá, com Liuzzi em 13. lugar ao final da prova.



Liuzzi na Classificação do GP da Malásia de 2011


Daniel Ricciardo no GP da Grã-Bretanha.
fonte: https://www.ausmotive.com/2011/08/05/q-and-a-with-daniel-ricciardo.html


Na temporada de 2012, a última da equipe, o HRT F112 foi pilotado pelo indiano Narain Karthikeyan, que retornou a equipe, e pelo experiente piloto espanhol Pedro de la Rosa, novamente nenhum ponto no final do campeonato e apenas um 15. lugar no GP de Mônaco com Karthikeyan como melhor classificação no final da prova.



Pedro de la Rosa no GP da Malásia em 2012.


Ficha:

Motores: Cosworth

Primeiro Grande Prêmio: GP do Bahrein em 2010.

Último Grande Prêmio: GP do Brasil em 2012

Grandes Prêmios: 56

Melhor classificação no Mundial de Construtores:

Vitórias: -

Pódios: - 

Pole Position: -

Volta mais rápidas: -

Pontos: -

Pilotos:
2010 - Bruno Senna (Brasil), Karun Chandhok (India), Sakon Yamamoto (Japão) e Christian Klien (Austria)
2011 - Narain Karthikeyna (India), Vitantonio Liuzzi (Itália) e Daniel Ricciardo (Austrália)
2012 - Pedro de la Rosa (Espanha) e Narain Karthikeyan (India)

Pneus:
2010 : Bridgestone
2011 e 2012: Pirelli